A terapia craniossacral se caracteriza por uma atitude de suave contacto com o paciente. O terapeuta acredita que todo ser humano possui um enorme potencial de transformação e de cura, que basta ser mobilizado para agir com grande eficácia.
Esta terapia surgiu a partir das teorias da Osteopatia Craniana de Willian G. Sutherland, no início do século passado, e foi sistematizada por John Upledger, na década de 70. A base da terapia craniossacral é o acompanhamento da movimentação sutil dos ossos que formam o sistema craniossacral (crânio, coluna vertebral e sacro). Sua eficácia já foi amplamente testada, sendo reconhecida nos Estados Unidos e em diversas partes do mundo, como Inglaterra, Portugal, França, Japão e Austrália.
O CrânioSacro Essencial é fruto de uma vitoriosa experiência didática, desenvolvida ao longo de 15 anos de trabalho, voltada especialmente para ajudar o terapeuta a acessar a sabedoria interna do paciente e com ela estabelecer diálogo intenso e criativo. Mais do que uma técnica específica de tratamento, o CrânioSacro é uma forma não invasiva de abordagem do ser humano, que pode ser aplicada junto com diferentes técnicas terapêuticas.
A terapia craniossacral se caracteriza por uma atitude de suave contacto com o paciente e de acolhimento. O terapeuta aprende a receber e acolher as informações do corpo e seguí-las na direção da cura.
O CrânioSacro acessa potencial de cura do corpo através da pulsação craniossacral, que é o movimento sutil de contração e expansão provocado pela circulação do líquido cefalorraquidiano. Essa pulsação surge ainda no feto e é a última a se extinguir na morte. Ela possui função restauradora e serve como excelente medidor do equilíbrio corporal.
Mesmo que o paciente seja cético em relação ao tratamento, o corpo naturalmente se dispõe a engajar-se no processo de cura, pois a terapia craniossacral aciona a inteligência corporal.
O foco do CrânioSacro é o potencial de cura e a saúde do corpo, não a doença. Portanto, pode ser eficaz para diversos desequilíbrios. Em casos de estresse físico e mental, dores crônicas, enxaquecas, distúrbios da A.T.M. (articulação têmporo mandibular), hiperatividade, disfunções neurológicas, depressão, disfunções viscerais, desequilíbrios hormonais, hérnia de disco e outros, a terapia craniossacral provou eficácia.